Execuções
Acompanhar e investigar os runs registrados de um workflow.
Cada execução de um Workflow gera um run com registro próprio: a entrada recebida, as etapas percorridas, o que cada nó devolveu e o resultado final.
É a diferença prática entre Workflow e Agente na hora de investigar. Um Agente dá uma resposta; um Workflow deixa o rastro de como chegou nela.
O que um run registra
- Entrada: os valores que a pessoa preencheu no formulário.
- Etapas intermediárias: o que cada nó recebeu e produziu, na ordem de execução.
- Saída: o resultado exibido a quem executou.
- Erros: em qual nó a execução parou, quando parou.
Investigar um resultado errado
O rastro torna a investigação mecânica. Percorra os nós de trás para frente até achar o primeiro cuja saída já está errada. O problema está naquele nó ou na entrada que ele recebeu.
Os dois casos mais comuns:
- O nó vetorial não devolveu nada: as Coleções configuradas nele estão vazias, ou os documentos não chegaram a Ativo.
- O nó LLM devolveu algo fora do formato esperado: o prompt do nó não é explícito quanto ao formato, e o nó seguinte não consegue consumir a saída.
Quando a execução falha
Uma falha para o fluxo no nó problemático e registra o erro ali. Os nós seguintes não executam.
Falhas em nós de integração costumam ser externas: credencial expirada, endpoint fora do ar, domínio não liberado. Falhas em nós de lógica ou código costumam ser de configuração.
Um nó de Envio de Email falha na execução, e não na montagem, quando o workspace não tem credencial SMTP configurada. O canvas aceita o fluxo; o run é que acusa.
Versão executada
Um run guarda a versão do Workflow que estava publicada no momento da execução.
Isso importa ao investigar um caso antigo: o fluxo pode ter sido alterado desde então, e o que você vê no canvas hoje não é necessariamente o que rodou.
Próximos passos
- Ajuste o fluxo em Montar no canvas.
- Veja o consumo de modelos dessas execuções em Observabilidade.